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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Jornalismo na web: Redes Sociais

Após o advento da internet e o surgimento das redes sociais, o jornalismo tradicional teve que se moldar as novas tecnologias.

As redes sociais podem ser usadas no jornalismo como ferramenta de feedback, onde o jornalista encontra o retorno do público as matérias e programas que são feitos diariamente. Sejam críticas, sugestões ou elogios.

E como é uma ferramenta onde a rapidez da resposta é importante, os veículos podem responder com mais facilidade a questões levantadas pela sua audiência. A interatividade é a palavra-chave na fusão do jornalismo com as mídias sociais.

É também possível realizar fóruns de discussões sobre o assunto, comunidades de protesto e manifestações dos mais variados temas. Servindo de certa forma como “fonte” para os veículos, onde podem obter informações que podem se tornar pautas jornalísticas.

A mídia também pode utilizar as redes sociais para divulgar ao acontecimento de variadas formas, com 
o chamado jornalismo multimídia, em forma de audiocasts, NewsGames, fotografias diversas, textos mais aprofundados, gerando discussões sobre o mundo real dentro do universo virtual.

Por Larissa Rolim

Falta de acessibilidade na Praça dos Manguinhos (Jornalismo Participativo)

A Praça dos Manguinhos, que se encontra em frente a Casa dos Frios, no bairro das Graças, se encontra em estado de reforma após a divulgação do vídeo da estudante de jornalismo, Juliana Duarte, que é cadeirante e mostrou em seu vídeo a falta de educação das pessoas e o descaso da prefeitura com a praça.

Como uma medida provisória, a prefeitura colocou gelos baianos para impedir que as pessoas estacionassem em cima das calçadas da praça, onde impediam a passagem de pessoas e dificultava a vida dos cadeirantes.

Nesse momento já iniciaram as obras da praça que visam uma melhoria no estado das calçadas e rampas de acesso para os cadeirantes. É esperar para ver.

Por Larissa Rolim

A falta de ética no jornalismo: Caso Eloá

A imprensa brasileira interferiu nas negociações com o sequestrador. Em um programa, a apresentadora chega a conversar com o sequestrador e a menina, Eloá sugerindo que os repórteres intermediassem a negociação.

Na chamada “liberdade de imprensa” e “liberdade de expressão”, a mídia acusa qualquer um que entre no caminho da “verdade” acusando de uma suposta censura. Onde está a ética e a responsabilidade da imprensa atual?

A mídia tem sim o papel de informar e mostrar o que está acontecendo no mundo, é seu papel estar lá e alertar sobre os novos fatores do caso, mas nesse caso ela passou dos limites.

Por Larissa Rolim

sábado, 8 de outubro de 2011

Veja Você!

O mágico Antônio Santos demonstra seus truques na Bienal Internacional do Livro.



Por Carine Barros

A Bienal Internacional do Livro tem de tudo!

Quem visita a Bienal do livro encontra além do óbvio: lançamentos, palestras, descontos, autógrafos, entre outras atividades.  No evento o leitor também pode desfrutar das delícias gastronômicas oferecidas por estandes diferenciados.
 “Produzimos cachaça, café orgânico, geléia de pimenta, rapadura, Tudo artesanal, e até o bolo de rolo que é patrimônio cultural do estado.  Declarou o empresário Hélio Ferreira Sales, produtor de licor e cachaça artesanal.

De bombons a cachaça, não apenas de livro se faz o evento. Os comerciantes comemoram as vendas, alguns viajam por vários estados onde acontece a Bienal. “ Estamos muito satisfeitos com o movimento das vendas. Ninguém resiste a uma paradinha pra um café, não é mesmo?”, contou Heidi Cavalcanti, dona de um dos estandes de bombons finos montada no local.



Por Carine Barros

Veja Você!

O vídeo mostra apresentação de escola no Programa Manuel Bandeira de Formação de Leitores realizado pela Prefeitura da Cidade do Recife.




Por Larissa Rolim

A XVIII Bienal Internacional do Livro no Recife

E a Bienal do Livro em sua oitava edição foi mais um sucesso de público. O evento aconteceu entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro no pavilhão de exposições do Centro de Convenções na divisa entre Recife e Olinda.
O tema deste ano foi “Literatura e Cidadania” e fez homenagem ao centenário de Mario Mota e ao autor Ronaldo Correia de Brito. Contou com participação de vários escritores nacionais e internacionais agradando a todas as faixas etárias desde crianças a adultos.
No pavilhão contou com três auditórios, o Beberibe, o Brum e o Ribeira, com uma extensa programação feita por universidades, instituições e colégios. O Círculo das Letras voltado para as crianças. O Café Cultural, produzido pela Fafire, onde teve palestras, leituras abertas e debates. E também o Círculo das Idéias que foi o principal local de debates do evento.
Nomes como Miguel Sanchez, Samarone Lima, Cida Pedrosa, Wilson Freire, Carola Saavadera, Marco Polo Guimarães, Alfredo Cordiola, entre outros, estavam presentes no evento.
Os ingressos custaram R$4 (inteira) e R$2 (estudante). A isenção de pagamento foi garantida à professores da Rede Pública e Privada de Pernambuco, alunos da rede pública e privada que tiveram visita agendada previamente, idosos com mais de 65 anos, crianças abaixo dos 7 anos, imprensa credenciada e Projetos e Programas Sociais também agendados anteriormente.
Apesar da dimensão da Bienal e a quantidade de stands montados para agradar ao público, não foram poucas as críticas ao evento.Uma deficiência notada pelo aposentado Nilton Gomes, foi a falta de áudio books, que são livros falados para deficientes visuais. “Faltou orientação, ninguém achava nada que queria se não andasse de stand em stand procurando, nem mesmo olhando o mapa, além do calor que estava insuportável”, fala o bailarino Juscelio Nóbrega.


Por Larissa Rolim